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Você tem a sensação de que não consegue entender a letra de seu filho? Que a sua filha escreve uma palavra e você lê outra? Existe uma razão para isso e você vai entender acompanhando a Coluna CBN e A Nossa Língua Portuguesa desta quarta-feira, 13 de maio.

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A Globo quis levar a explicação de Bérgamo para o público sobre as expressões dos adolescentes, mas quis ir além: pode usar isso na Redação? E a linguagem rebuscada? A Lei da Linguagem Simples está valendo mesmo? O fato é que Bérgamo farmou aura no NE1.

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Se ali pelos anos 2000, você conhecia alguém que era bombado, que andava na maior beca e que abalava, então não fique chateado se os seus filhos chegarem em casa dizendo que alguém farmou aura e você não tiver a menor ideia do que eles estão falando. Bérgamo explica direitinho aí na coluna. 

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A pressão de escolher uma profissão que vai ser exercida para o resto da vida. E isso apenas aos 16, 17, 18 anos. Você lembra quando fez Vestibular? Você sempre soube o que queria ser? E a quantidade de conteúdo que você teve que estudar? Será que é comparável com o que os seus filhos têm que dar conta nos dias de hoje? Assista à coluna de Bérgamo na CBN. 

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Países como a Suécia, a Finlândia e os Estados Unidos deram marcha à ré na adoção da escrita apenas digitada nas escolas e voltaram a trabalhar a escrita cursiva. Não, não tem a ver com conservadorismo. A Ciência explica direitinho, e Bérgamo conversou com Aldo sobre o que está por trás disso.

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A Folha de Pernambuco publicou uma matéria sobre o Dia Mundial do Livro e pediu a Bérgamo que compartilhasse suas impressões sobre os benefícios da leitura.

Instituído na Conferência Geral da Unesco, em 1995, o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais, celebrado nesta quinta-feira (23), homenageia obras e autores de todo o mundo, com o objetivo de incentivar a democratização do acesso aos livros e à leitura. A data, 23 de abril, foi escolhida por, coincidentemente, ser marcada pelo falecimento de diversos autores de grande relevância para a literatura mundial como William Shakespeare, Miguel de Cervantes e Inca Garcilaso de la Vega.  No Brasil, a literatura é celebrada ainda em 29 de outubro, com o Dia Nacional do Livro. A data que marca a fundação da Biblioteca Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1810, é mais uma via para a conscientização dos benefícios da leitura regular.  Com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que desde 2010 unificou as formas de ingresso em universidades públicas de todo o país e tem como principal produto de pontuação uma redação que está entre as mais rigorosas do planeta, esse hábito se tornou ainda mais necessário. Dia Mundial do Livro
Para a professora de português e redação Fernanda Bérgamo, referência em educação no Brasil há mais de 30 anos, a leitura regular é o adubo de um bom texto. “Todos os meus alunos já me ouviram dizer mais de uma vez”.  De acordo com a professora, ao ler, o estudante absorve estruturas gramaticais complexas e mecanismos de coesão de forma intuitiva. “Para o Enem, isso se traduz em fluidez. Quem lê muito raramente "trava" na construção dos períodos, pois já possui um repertório interno de como as ideias se conectam logicamente”, explica. A educadora destaca que, apesar das tentativas de desenvolver um bom texto, a banca avaliadora geralmente consegue perceber quando o repertório do candidato é “raso”. "O maior erro é o que o Enem tem condenado pesadamente: o repertório 'coringa' ou 'clichê'".  “Quem não lê tende a usar citações soltas que decorou na internet, sem profundidade acadêmica. Há outros problemas que são muito comuns como citar autores sem entender o contexto histórico; limitar-se a argumentos óbvios e superficiais que já aparecem nos textos de apoio que acompanham o tema na prova e a dificuldade em transitar entre áreas do conhecimento com sociologia, filosofia e literatura de forma integrada”, detalha Fernanda. Leitura Bérgamo ressalta que uma bagagem de leitura regular permite que, na hora da redação, o aluno consiga olhar o problema sob múltiplas perspectivas, construindo uma argumentação muito mais convincente e menos linear. Assim, a diversidade de gêneros se faz importante para que essa bagagem esteja em constante expansão.  “Enquanto o jornalismo ensina a objetividade e a análise de fatos, a literatura clássica desenvolve a empatia e a compreensão da condição humana e os textos científicos trazem o rigor argumentativo”, comenta a educadora.  Para quem está começando agora, a professora aponta que a chave é colocar em prática a Leitura Ativa. Porém, para que se torne um hábito, é preciso que se tenha prazer com a leitura.  Deve-se começar por temas de interesse pessoal e migrar gradualmente para editoriais de opinião e colunas de análise. É muito interessante anotar, ou pelo menos sublinhar, o argumento central de cada texto e pensar como ele poderia ser aplicado em um tema de redação”, orienta Bérgamo.  Hábito Bérgamo ressalta ainda a importância da disciplina, mas sem auto cobranças excessivas: “de 15 a 20 minutos diários de leitura de textos informativos já fazem uma diferença monumental em poucos meses”, afirma. Para Fernanda, algumas obras indispensáveis quando o assunto é Enem são: “Quarto de Despejo", de Carolina Maria de Jesus, porque é essencial para discutir a desigualdade social, a fome e a realidade urbana do Brasil e “Memórias Póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis porque, além da genialidade literária, é uma aula sobre a hipocrisia das elites e as relações de poder”. A jornalista e colunista literária da Folha de Pernambuco, Duda Menezes, avalia que os livros são um convite para uma imersão completa.

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